quarta-feira, 12 de setembro de 2007

T.S. Eliot

(Thomas Stearns Eliot), 1888–1965, Poeta e Crítico americano-británico, Nascido em St. Louis. Missouri, é uma das mais distinguidas figuras literárias do Seculo XX. Ele ganhou o Premio Nobel de Literatura em 1948. Estudou em  Harvard, a Sorbonne, e  Oxford. Estabeleceu-se em Londres no ano de 1914 e já em 1927 adquiriu a cidadania británica. Começou trabalhando como Professor e depois atendente em um banco. Então, deu início a sua carreira de editor; e foi editor assistente no Egoist (1917–19) onde tinha a sua própria coluna, depois foi no Criterion (1922–39). Em 1925 ele começou a trabalhar com os editores de Faber & Faber, onde veio a ser um dos seus diretores.

Depois da guerra, já nos anos vinte, ele passou muito tempo em Paris com outros grandes artistas, na avenida Montparnasse. A poesia francesa exerceu grande influência na obra de Eliot, em particular o simbolista Charles Baudelaire, cujas imagens da vida em Paris serviram de modelo para a imagem de Londres pintada por Eliot. Ele começou então a estudar sânscrito e religiões orientais, chegando a ser aluno de Gurdjieff.

A obra de Eliot, após a sua conversão ao cristianismo pela Igreja Anglicana, é frequentemente religiosa em sua natureza e tenta preservar o inglês arcaico e alguns valores europeus que ele julgava serem importantes. Em 1928, Eliot resumiu suas crenças muito bem no prefácio de de seu livro "Para Lancelot Andrews": "O ponto de vista geral (dos assuntos do livro) pode ser descrito como classicista na literatura, monarquista na política e anglo-católico na religião." Essa fase inclui trabalhos poéticos como Ash Wednesday, The Journey of the Magi, e Four Quartets.  Ele ficou altamente religioso e místico aceitando a fé Anglicana de braços abertos, então Eliot faz um giro desde a desolação espiritual  ate a esperança pela salvação humana, nas vias da fé religiosa

 

Seus primeiros poemas—"Prufrock e Other Observations" (1917), "Poems" (1920), e o exímio "The Waste Land" (1922)—expressam a angustia e as barreiras da vida moderna e o isolamento do indivíduo, o que reflete particularmente a falência afetiva no amor.

Em 1915 Ezra Pound,  recomendou a publicação de "The Love Song of  J.Alfred Prufrock". Embora o personagem Prufrock parecia tratar-se de um homem na meia idade, Eliot escreveu a maior parte do poema quando tinha apenas 22 anos. Os seus hoje famosos primeiros versos, que comparam o céu ao entardecer com "a patient etherised upon a table" (seria algo como "um paciente anestesiado sobre a mesa.") foram imediatamente alvo da crítica, ate foram considerados chocantes e ofensivos, ainda

mais numa época na qual  imperava a poesia da época Georgiana, e suas derivações românticas do século XIX. O poema retrata uma experiência consciente de um homem, Prufrock, sob a forma de um "stream of consciousness" (figura de linguagem típica do modernismo, que consiste em mostrar por escrito o monólogo interior de um personagem). Prufrock lamenta sua inércia física e intelectual, as oportunidades que perdeu ao longo de sua vida e a falta de um progresso espiritual, recorrente da falta de um amor carnal que não conseguira atingir.

Os estudiosos não sabem dizer se as localidades descritas podem ser interpretadas tanto como experiências reais, lembranças, ou mesmo imagens simbólicas do subconsciente, como por exemplo no refrão "In the room woman come and go / talking about Miguel Angelo" -No quarto femenino vai e vem / falando sobre Michel Angelo-. Podemos observar também que, a estrutura do poema foi imensamente influenciada por Dante Alighieri. Há ainda referências a Hamlet de Shakespeare e outras tantas obras literárias: essa técnica de alusão e citação foi muito usada em toda a poesia posteriormente escrita por Eliot.  Seus modelos foram os poetas Metafísicos, tal qual Dante, os dramáticos Jacobinos, e os simbolistas Franceses. Sua abrangência percorre desde o lado lírico ate o coloquial

 

Em outubro de 1922, publicou "The Waste Land" no jornal "The Criterion". Composto durante um período turbulento na vida do autor - seu casamento estava acabando, pois tanto ele quanto sua esposa Vivienne sofriam de uma tensão nervosa  - este poema é muitas vezes lido como uma alegoria à desilusão experimentada pela geração pós-guerra.

Mesmo antes de "The Waste Land" ser publicado como livro (em dezembro de 1922) Eliot já havia se distanciado da visão desesperadora do poema: no dia 15 de novembro de 1922 escreveu ele para Richard Aldington  "No que diz respeito a "The Waste Land", esse poema ficará no passado, pois agora estou trabalhando com formas e estilos diferentes", . A despeito da obscuridade do poema - que tem sátiras e profecias; mudanças abruptas de narrador, localidade e tempo; além de invocar uma vasta e dissonante gama de culturas e obras literárias - ele acabou se tornando referencial da literatura moderna, sendo considerado o reflexo e a influencia poética num outro romance publicada no mesmo ano: Ulysses, de James Joyce.

Entre seus muito famosos versos estão "April is the cruellest month" (referência ao fato que abril é o mês de recomeçar a plantar, e não há colheitas na Europa), "I will show you fear in a handful of dust" e "Shantih shantih shantih", (Sânscrito que deve ser lido pausadamente e de forma onamatopeica. Algo como "Xantir... Xantir... Xantir...". Shantih significa "paz" e uma súplica pela paz).

 

A obra de Eliot foi muito apreciada pela geração do trinta. Em certa ocasião W.H. Auden leu em voz alta todo este poema durante um encontro social. A publicação do esboço do poema em 1972 mostrava uma grande influência de Ezra Pound sobre a sua forma final. A parte IV, "Death by Water", fora reduzida de noventa e duas linhas para dez apenas, e com dez linhas foi publicado. Pound repreendeu Eliot por ter rasgado a maior parte do poema. Eliot o agradeceu por "incentivar-me a fazer as coisas do meu jeito".

 

The Hollow Men (1925) Publicada em várias partes e com vários títulos diferentes, a versão final de "The Hollow Men" data de 3 de março de 1925. O poema faz referências a diversas obras do próprio Eliot e, embora tenha grande densidade literária, muitos críticos o consideram somente como um post scriptum de excelente "The Waste Land".

Seu conteúdo é metafórico e de difícil interpretação, os seus estudiosos dizem tratar-se de um poema que filosofa sobre os aspectos da mente humana num contexto ora social, ora religioso. Trata ainda dos medos humanos, considerando-os "more distant and more solemn/than a fading star" (mais distantes e solenes/que uma estrela cadente) e mostrando que mesmo nos sonhos é difícil visualizá-los sem temor. São estes medos "Eyes I dare not meet in dreams/In death's dream kingdom" (olhos que temo encontrar em sonhos/e no reino de sonho da morte). Esses olhos são bem similares aos descritos na "A Divina Comédia", ao falar dos olhos de Beatriz.  

Há ainda uma passagem que mostra um ritual dançante, "Here we go around the prickly pear" (andamos em torno da pêra espinhenta) que tem relação com os rituais missais, sendo a pêra a representação de um altar, sem ter portanto, centro exato, mas sendo o centro em si. O poema tem ainda grande musicalidade, com várias repetições e rimas eventuais.

 

Four Quartets (1943) O próprio Thomas Eliot considerava "Four Quartets" sua obra-prima, embora muitos críticos literários preferissem seus trabalhos anteriores. "Four Quartets" é baseado nos conhecimentos de Eliot nas áreas de misticismo e filosofia. O poema, na realidade consiste de quatro poemas  longos, que foram publicados individualmente: "Burnt Norton" (1936), "East Coker" (1940), "The Dry Salvages" (1941) e "Little Gidding" (1942), cada um deles dividido em cinco partes. Embora seja difícil fazer comparações entre eles, nota-se que cada um tem uma descrição geográfica da localidade em seus títulos, todos especulam sobre a natureza do tempo, seja ela teológica, histórica ou física, e sobre a influência exercida pelo tempo nos humanos.

Além disso, cada um está associado a um elemento da Antigüidade clássica: ar, terra, água e fogo, respectivamente. Eles se aproximam nas idéias, de forma variável porém intercalada. Os poemas não esgotam seu questionamento e nem obtêm respostas suficientes às perguntas feitas. (agora, dá para entender porque é um dos meus favoritos?) 

 

"Burnt Norton" (sobre o ar) questiona de que adianta considerar o que podia ter sido e não foi. Há nele a descrição de uma casa abandonada, e Eliot brinca com a idéia que todas essas possíveis realidades estão presentes simultaneamente, mas invisíveis para nosso olhos: todas as formas de atravessar o jardim se transformam numa vasta dança que não podemos ver, e crianças que não estão ali se escondem nos arbustos. Burnt Norton é uma casa de campo situada em Cotswold Hills, na cidade de Gloucestershire, Reino Unido.

 

"East Coker" (sobre terra) continua a examinar o tempo e seu significado, mas agora focando também na natureza da linguagem e da poesia. Saído da escuridão, Eliot fortalece a sua idéia de solução: "I said to my soul, be still, and wait without hope" (algo como "Eu disse à minha alma: fique quieta, e espere sem esperança"). East Coker é uma pequena vila, no sul do Reino Unido.

 

"The Dry Salvages" (pela água) trata do elemento água via imagens de rios e mares. Nesse poema, os opostos parecem se aproximar de forma impossível, como no barroco: "...the past and future/Are conquered, and reconciled" (algo como "...o passado e o futuro/são conquistados e reconciliados"). The Dry Salvages são um grupo de rochas com um farol para navios em Cape Ann, Massachusetts, que inclusive está explicado no prefácio do poema.

 

"Little Gidding" (do fogo) é o mais antagonizado dos quartetos. As próprias experiências do autor como voluntário na equipe civil para anti-ataque aéreo durante a I Guerra dão força ao poema, e ele se imagina encontrando com Dante no meio do bombardeio alemão. O cenário mostrado no começo dos quartetos ("Houses../are removed, destroyed" ou "Casas../são removidas, destruídas.") haviam se tornado uma experiência cotidiana, o que cria uma série de imagens, entre elas a do amor: a força condutora de toda a experiência. O quarteto acaba então com uma frase de Julian of Norwich: "all shall be well and/All manner of things shall be well." ou "Tudo ficará bem e / Todo tipo de coisa ficará bem". Little Gidding é uma igreja localizada em Huntingdonshire, Reino Unido.

 

Minha frase favorita dele é:

“Só quem se arrisca a ir longe demais descobre o quão longe se pode ir”

 

Marina T.S. Eliot

Estou revisando a tradução de um livro infanto-juvenil. É bom: começo depois do jantar e perco a hora. Só que hoje decidi abrir um vinho branco (também! com o calor que esta fazendo por aqui, e ninguém é de ferro...né?), bem o resumo é que não fiz mais nada. Aí resolvi traduzir este trecho de um dos meus poemas preferidos, "Marina", do T. S. Elliot. Já tinha feito isso antes, mais ficou um certa dúvida de leve... por causa dos termos náuticos. Acontece que agora eu adicionei mais um dicionário inglês-português sobre a mesa do quarto, e a revisão diminuiu minha preguiça de virar páginas atrás de palavras, o que altera todas perspectivas e prognósticos.

 

Normalmente traduzo direto..conforme vou lendo, vou escrevendo o resultado, manias de quem faz muita "Versão"..de vários textos... Encontrei também, por acaso uma outra tradução feita por alguém anteriormente:  (da minha tradução) esta é do Ivan Junqueira, e por último uma que achei na internet, de Paulo Franchetti e Eric Sabinson. Eu gosto de comparar (traduções) sempre que posso.

 

Só para vocês entenderem:  Marina aqui é o nome da filha de quem fala o poema ("eu-lírico", no segundo grau); de setembro a junho se passam nove meses; Marina é também o nome do local onde barcos ficam atracados.

 

Vejamos então:

 

Bowsprit cracked with ice and paint cracked with heat.

I made this, I have forgotten

And remember.

The rigging weak and the canvas rotten

Between one June and another September.

Made this unknowing, half conscious, unknown, my own.

The garboard strake leaks, the seams need caulking.

This form, this face, this life

Living to live in a world of time beyond me; let me

Resign my life for this life, my speech for that unspoken,

The awakened, lips parted, the hope, the new ships

 

 

Proa rachada pelo gelo e tinta rachada pelo calor.

Eu fiz isto, tinha esquecido

E me lembro.

O cordame frágil e a vela puída

Entre um certo Junho e outro Setembro.

Fiz isto sem saber, desatento, estranho, minha.

A carreira de tábuas faz água, as juntas precisam ser calafateadas.

Esta forma, este rosto, esta vida

Vivendo para viver em um mundo de tempo além de mim; se me permite

Ceder minha vida por esta vida, minha fala por aquela não dita,

O despertar, lábios abertos, a esperança, os novos navios

 

As outras versões que falei:

***

1)

O gurupés se parte contra o gelo, a pintura estala ao calor

Eu o fiz, e esqueci

E recordo.

A cordoalha frouxa e o velame em farrapos

Entre certo junho e outro setembro.

E o fiz inconsciente, semiconsciente, ignoto, meu.

O verdugo da carcaça faz água, as fendas reclamam o calafete.

Esta forma, este rosto, esta vida

Vivendo por viver numa esfera de tempo que me excede. Que eu possa

Renunciar à minha vida por esta vida, à minha fala pelo inexpresso,

O desperto, lábios abertos, a esperança, os novos barcos.

 

***

2)

O mastro da proa rachado pelo gelo e a pintura rachada pelo calor.

Eu fiz isso, esqueci

E me lembrei.

O cordame fraco e as velas apodrecidas

Entre um junho e outro setembro.

Eu fiz isso sem saber, semiconsciente, ignorado, meu próprio.

As tábuas de resbordo fazem água, as juntas precisam ser calafetadas.

Esta forma, este rosto, esta vida

Vivendo para viver num mundo de tempo além de mim; que eu possa

Renunciar à minha vida por esta vida, às minhas palavras pelo não dito,

O desperto, lábios separados, a esperança, os novos barcos.

 

--==o0o==--

 

Mas, T.S. Elliot é demais...nao acham? 

sou fá de carteirina dele.......!!

e, para finalizar, gostei mais da minha mesmo..

Bem, vocês  que discordem... ou concordem..... rsssss

 

domingo, 9 de setembro de 2007

Plebiscito?

Rating:★
Category:Other
Plebiscitos?

Sinceramente?...não acho que resolvam...
Ultimamente estive observando a movimentação em torno do Senado e os escândalos decorrentes. Isto me trouxe a tona uma ferramenta que não esta sendo utilizada... e não podia deixar de comentar isso com vocês!

A crescente insatisfação dos cidadãos com as instituições democráticas ( leia-se crise Renan e seus efeitos ‘colaterais’), tem levado a diminuição do interesse pelo processo político no seus moldes ‘normais’.
Bem, isso esta preocupando a muitos estudiosos, especialmente de fora do Brasil, e isso já faz alguns anos; ao ponto de, falar de uma crise global nas democracias representativas. Uma consequencia indireta do mundo globalizado.

Alguns recursos para os mecanismos de uma democracia direta , são os plebiscitos e referendos (ou referendum) , que seriam uma forma de corrigir algumas insuficiências das instituições representativas. Mas não há um consenso sobre a freqüência e ocasiões ideais de sua utilização. Sua aplicação, inclusive, pode a5e ser vista como uma forma em potencial que serve apenas para movimentos antidemocráticos.
Temos aqui, no Brasil o Ministro Tarso Genro, de Justiça, que é um dos mais ativos condutores deste debate, aos quais os sucessivos escândalos tanto da Câmara, como os recentes no Senado conferem ainda maior relevância.

Vem aqui a menção obrigatória para o obra de Rosseau, (Jean-Jacques Rousseau) brilhante escritor político, quem assinala que: partindo do conceito de vontade geral podemos alcançar o bem público. Especificamente ele nos ensina que, a vontade geral, faz com que a maioria possa impor sua vontade ás minorias, e assim obrigá-las a serem livres. A minoria, nessa conceição, ou está equivocada do ponto de vista epistemológico, ou é doente e tem suas faculdades mentais diminuídas, ou simplesmente é sabotador!. Por tanto, deve ser posta no hospício ou na prisão.
Nessa visão que ele chama de ‘absolutista’ opõe-se a visão do inglês Stuart Mill, para quem a proteção à minoria é uma condição para a inovação, e por tanto para a transformação da sociedade: - Embora, O fundamento essencial da democracia é um certo ceticismo a respeito de sim própria, e a desconfiança de que ela não é a verdade absoluta. O regime ideal, numa democracia,. será sempre um projeto-

Já no Brasil, desde a Constituição só tivemos um plebiscito (1993) para a escolha de forma de governo, e um referendo (mal feito e tendencioso, por sinal), sobre a venda de armas. Eles são instrumentos legítimos que deveriam ser mais usados. Apenas basta observar que, eles não podem substituir as instituições representativas.
O problema com este tipo de consultas é que, seus resultados quase sempre coincidem com os interesses políticos da corrente majoritária. E aqui pode ser considerado o regime de Hugo Chaves, um exemplo óbvio disso.

Mais atenção, usar e abusar, faz que eles fiquem triviais, então esses instrumentos podem provocar uma interdição do debate sobre questões realmente importantes para um País, em lugar de estimulá-lo. Porque?... simples: o resultado de um plebiscito ou referendo tem um peso maior do que uma decisão parlamentar, e tende a forçar as vozes discordantes a silenciarem diante dessa ‘palavra final’...da maioria. Isto porque, no Parlamento as decisões são provisórias por definição, pois sempre podem ser revistas. Já no Plebiscito a decisão é incorrigível, inapelável. O que é decidido em um plebiscito, nem sequer pode ser discutido depois no Parlamento. Já que é necessária uma votação especial para isso.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Texas Ranch Potato Salad


Description:
NUTRICIONAL INFO:
Per Serving

Calories: 296 kcal
Carbohydrates: 10 g
Dietary Fiber: 4 g
Fat: 26 g
Protein: 5 g
Sugars: 2 g

NOTES:
This is not your usual mustard mayo potato salad. These potatoes are slathered in a rich ranch dressing and bacon pieces. My family and friends love this potato salad! It is requested at every cook-out.


Ingredients:
- 1 (1 ounce) package ranch dressing mix (means 2,8grs)
- 2 cups mayonnaise
- 3/4 cup chopped green onion
- 1 pound bacon slices (460grs)
- 5 pounds (2 ½ kgs) unpeeled red potatoes


Directions:
Bring a large pot of lightly salted water to a boil. Add whole potatoes, and cook until tender, 15 to 20 minutes. Drain, run under cold water to cool, and chop into 1 inch cubes. Transfer to a large serving bowl, and refrigerate until completely chilled, about 2 hours.
In a small bowl, stir together the ranch dressing mix, mayonnaise and green onion. Cover, and refrigerate for about 2 hours to blend flavors.
Wrap bacon in paper towels and place on a plate. Cook in the microwave until crisp, about 15 minutes depending on the power of your microwave. Cool.
Stir the mayonnaise mixture into the bowl of potatoes. Crumble bacon into the bowl, and stir to distribute.

Simple Lasagna with Hearty Tomato-Meat Sauce


Description:

NUTRITIONAL INFO:
Per Serving

Calories: 819 kcal
Carbohydrates: 62 g
Dietary Fiber: 6 g
Fat: 41 g
Protein: 52 g
Sugars: 16 g

NOTES:
No-boil noodles and a quick meat sauce that cooks in just 15 minutes are the secrets of our streamlined lasagna recipe.

If you cannot find meatloaf mixture for the sauce, or if you choose not to eat veal, substitute 1/2 pound ground beef and 1/2 pound sweet Italian sausage, casings removed, for the meatloaf mixture. The assembled, unbaked lasagna, if wrapped tightly in plastic wrap and then in foil, will keep in the freezer for up to 2 months. To bake, defrost it in the refrigerator for a day or two and bake as directed, extending the baking time by about 5 minutes.


Ingredients:
1. 1 tablespoon olive oil
2. 1 medium onion, chopped fine
3. 6 medium cloves garlic, minced or pressed through garlic press
4. 1/3 pound ground veal (see note) also, One pound means 460grs
5. 1/3 pound ground beef chuck
6. 1/3 pound ground pork
7. 1/2 teaspoon table salt
8. 1/2 teaspoon ground black pepper
9. 1/4 cup heavy cream
10. 1 (28 ounce) can tomato puree
11. 1 (28 ounce) can diced tomatoes, drained
12. 15 ounces ricotta cheese (whole milk or part skim)
13. 2 1/2 ounces grated Parmesan cheese
14. 1/2 cup chopped fresh basil
15. 1 large egg, lightly beaten
16. 1/2 teaspoon table salt
17. 1/2 teaspoon ground black pepper
18. 12 no-boil lasagna noodles
19. 16 ounces (or 450grs) whole milk mozzarella, shredded


Directions:
1. Adjust oven rack to middle position and heat oven to 375 degrees F (means 190 º C).
2. Heat oil in large, heavy-bottomed Dutch oven over medium heat until shimmering but not smoking, about 2 minutes; add onion and garlic, and cook, stirring occasionally, until softened but not browned, about 2 minutes. Add garlic and cook until fragrant, about 2 minutes. Increase heat to medium-high and add ground meats, salt, and pepper; cook, breaking meat into small pieces with wooden spoon, until meat loses its raw color but has not browned, about 4 minutes. Add cream and simmer, stirring occasionally, until liquid evaporates and only fat remains, about 4 minutes. Add pureed and drained diced tomatoes and bring to simmer; reduce heat to low and simmer slowly until flavors are blended, about 3 minutes; set sauce aside. (Sauce can be cooled, covered, and refrigerated for up to 2 days; reheat before assembling lasagna.)
3. Mix ricotta, 1 cup Parmesan, basil, egg, salt, and pepper in medium bowl with fork until well-combined and creamy; set aside.
4. Smear entire bottom of 9- by 13-inch baking dish with 1/4 cup meat sauce. Place 3 noodles on top of sauce. Drop 3 tablespoons ricotta mixture down center of each noodle. Level by pressing flat with back of measuring spoon. Sprinkle evenly with 1 cup shredded mozzarella. Spoon 1 1/2 cups meat sauce evenly over cheese.
5. Repeat layering of noodles, ricotta, mozzarella, and sauce two more times. Place 3 remaining noodles on top of sauce, spread remaining sauce over noodles, sprinkle with remaining cup mozzarella, then with remaining 1/4 cup Parmesan. Lightly spray a large sheet of foil with nonstick cooking spray and cover lasagna. Bake 15 minutes, then remove foil. Return lasagna to oven and continue to bake until cheese is spotty brown and sauce is bubbling, about 25 minutes longer. Cool lasagna about 10 minutes; cut into pieces and serve.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

A Nobreza Humana

Lamentamos o falecimento do italiano Luciano Pavarotti. que em paz descanse....

SALVE!

 

Por falar nisso, quero lhes contar aqui uma bela estória:

 

Uma das poucas e boas coisas que a TV proporcionou ao grande público foi a aproximação com a música clássica. Isso, no final dos anos 80,  quando popularizou especialmente os cantores que ficaram conhecidos  como "Os Três Tenores", ou seja: Luciano Pavarotti, Plácido Domingo e José Carreras.

Com sua arte, abrilhantaram diversos eventos, até mesmo Copas do Mundo de futebol! Os três são brilhantes, mas, aqui, quero falar apenas dos espanhóis: o Madrileño Plácido Domingo (tecnicamente o mais completo, já que além de maestro, toca vários instrumentos) e o ‘catalão’, nascido em Barcelona, José Carreras

Mesmo os que nunca visitaram a Espanha conhecem a rivalidade existente entre os Catalães e os Madrileños, sendo que os primeiros lutam até por uma “independência”, pretendendo uma nacionalidade própria. Então, no futebol nem se fala!...os maiores rivais são os times do Real Madrid e o Barcelona, que exibe em seu belíssimo Estádio, o “Camp Nou” o sugestivo Lema  "Todas as cidades tem um time. O Barcelona é o único Time que tem uma cidade!".

 

Por essa ‘rivalidade’ e outros assuntos ate políticos que não vem mais ao caso, Carreras e Plácido não fugiram à regra quando, em 1984, tornaram-se inimigos.

Sempre muito requisitados em todas as partes do mundo, ambos faziam constar em seus contratos que só se apresentariam em determinado show se o desafeto não fosse convidado!

Ate que, em 1987, Carreras ganhou um inimigo muito mais implacável que Plácido Domingo.  Foi surpreendido com um diagnóstico terrível: LEUCEMIA! Sua luta contra o câncer foi sofrida e persistente. Submeteu-se a vários tratamentos, como auto-transplante de medula óssea, além de diálise e troca de sangue, o que o obrigava a viajar uma vez por mês aos Estados Unidos. Claro que, nessas condições, não podia trabalhar e, apesar de dono de uma razoável fortuna, os altos custos das viagens e do tratamento rapidamente minguaram suas finanças.

 

Quando não tinha mais condições financeiras, tomou conhecimento de uma Fundação existente em Madrid com a finalidade única de apoiar o tratamento de leucêmicos! A “Fundação Hermosa”, graças á qual , e com total apoio dela, ele venceu a doença e voltou a cantar! 

Claro que, voltando á ativa, e recebendo novamente os altos cachês a que faz jus, tratou de associar-se à Fundação para prestigiar tão nobre instituição que, praticamente o  devolvera á vida. e, lendo seus estatutos, descobriu que o seu fundador, maior colaborador e presidente da Fundação, era o ‘desafeto’ Plácido Domingo! Descobriu, ainda, que o mesmo criara a entidade em princípio para atendê-lo e ainda poder se manter no anonimato para não constrangê-lo por  "ter que aceitar auxílio de um inimigo".

Esta noticia balançou Carreras, que então procurou encontrar o antigo ‘desafeto’ para expressar o que sentia....O momento mais lindo e comovente entre os dois foi o encontro, imprevisto por parte de Plácido, em uma de suas apresentações em Madrid, quando  Carreras interrompe o evento e, humildemente, ajoelha-se aos seus pés, pede desculpas e o agradece em público.

Plácido levanta-o, e com um forte abraço, os dois selam, naquele instante, o início de uma grande e belíssima amizade!

 

Mais tarde, em Madrid, numa entrevista de Plácido Domingo, a repórter o indagava por que criara a Fundación Hermosa num momento que, além de beneficiar um "inimigo" ainda conseguiu dar sobrevida ao único artista que poderia fazer-lhe alguma concorrência.

Sua resposta foi curta e definitiva:

 

“Porque uma voz como essa não se pode perder...”

 

Esta é uma história que não deve cair no esquecimento e, tanto quanto possível, deve servir de inspiração e exemplo de todo o que é capaz  a nobreza humana!

 

terça-feira, 4 de setembro de 2007

TEU NOME

Rating:★★★★★
Category:Other
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Tento escrever no escuro.
Na tentativa de rabiscar um te amo.

Que ninguém repare ás três da manhã
andando de um lado para outro do cômodo,
cheio de ti,
apaixonado,
iluminado,
cego,.
pleno de ti,
transbordando-te.

Menciono teu nome no silencio da noite,
É um grito do meu coração amordaçado.

Repito o teu nome,
Volto a pronunciá-lo,
repito incansavelmente,

E, tenho certeza que haverá um amanhecer






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Imagem: "nu bleu IV" - Nu Azul Nro.. 4
Artista: Henry Matisse