sexta-feira, 7 de janeiro de 2005

Quem é beijoqueiro?

Rating:★★★★
Category:Other
HASH(0x8cb54b4)
Voce é um Beijoqueiro Apaixonado... existe alguma coisa
acerca da maneira como voce beija que e natural,
suave, e no final muito charmoso, assim voce
sabe como chegar ate sua companheira,
e alguem pode chamar de voce de jogador, mais voce sabe
que e apenas o jeito
do que voce sente pela sua parceira.


Que tipo de beijoqueiro é voce?
clique aqui para saber Quizilla

quinta-feira, 6 de janeiro de 2005

QUAL É MESMO A ORIGEM DA DENGUE HEMORRAGICA?


Desde longa data, Estados Unidos sempre tiveram o controle de Cuba, apoiando abertamente governos ditatoriais... Coisa que fazia regularmente, nao só em Cuba, como no resto da América Central e a América do Sul.... .Tudo ia bem, até a Revolução liderada por Fidel Castro, que derrubou o ditador Fulgencio Batista, (que, como falamos lá encima: era apoiado pelos EUA). A Revolução Cubana triunfaria no primeiro dia do ano de 1959, com a tomada da capital Havana pelos rebeldes. A partir daí, Cuba então passaria a ser um pesadelo para os próximos dez presidentes dos Estados Unidos e 20 diretores da CIA. A Revolução recebeu no início apoio da União Soviética e de intelectuais do mundo inteiro, e iniciou um processo de reforma agrária e urbana, um eficiente programa de saúde, alfabetização em massa, e estatização da economia cubana, com a abertura de novas frentes de trabalho. Muito do que havia sido roubado pelos EUA passaria a ser novamente do povo cubano.

Desde o momento do triunfo da Revolução, quando o povo cubano destruía as bases do regime neocolonial que os Estados Unidos mantinha na Ilha, os americanos impuseram diversas sanções econômicas a Cuba, com o objetivo declarado de provocar “a fome, o desespero e a derrubada do governo revolucionário”, segundo uma DECLARAÇÃO OFICIAL do Departamento de Estado Norte-americano, de 06 de abril de 1960.

Entre 1959 e 1960, centenas de bombardeamentos são realizados sobre Cuba, na tentativa de desestabilizar o novo governo revolucionário. Em 17 de abril de 1961, o presidente John Kennedy apóia a invasão de Cuba, com o desembarque de milícias cubanas, vindos da Flórida direto para a Playa Girón, na Baía dos Porcos, mas a invasão, orquestrada pela CIA (Central Intelligence Agency) fracassa, graças à união do povo cubano, que sempre apoiou Fidel Castro.

Em 1962, a marinha dos Estados Unidos isola a ilha de Cuba durante a “crise dos mísseis”, e inicia um bloqueio econômico sobre o pais, que dura até hoje. Agentes da CIA tentariam à exaustão assassinar o presidente Fidel Castro, mas não teriam o mesmo sucesso que tiveram contra outros líderes populares, em outros tantos paises, especialmente da America Latina, tal como fizeram com Salvador Allende, Amilcar Cabral, Sandino, Patrice Lumumba, Lettelier, Pratts, Arbenz, Mossadegh, Martin Luther King, Torrijos, Samora Machel, e outros tantos ... (*) Leia mais no Rodapé deste Artigo.

Outras intervenções dos Estados Unidos sobre Cuba tornariam mais difícil a situação econômica da Ilha, como a Lei Torricelli, imposta em 1992, que até hoje prevê brutais sanções econômicas contra os países que mantenham qualquer tipo de relação com a Ilha. Segundo a Lei, é proibido atracar em portos norte-americanos, qualquer embarcação, independentemente de sua nacionalidade ou bandeira, que tenha atracado em algum porto cubano nos últimos seis meses. Condenada pela comunidade internacional, a Lei Torricelli viola as mais elementares normas de liberdade de comércio e navegação do Direito Internacional, e procura desencorajar as relações comerciais de outros países com Cuba. Esta Lei cortou abruptamente o comércio de medicamentos e alimentos que Cuba mantinha com subsidiárias de companhias estadunidenses sediadas fora do território norte-americano.

ALÉM DO BLOQUEIO ECONÔMICO, COMERCIAL E FINANCEIRO CONTRA A ILHA, OS EUA REALIZARAM DIVERSAS AÇÕES DE TERRORISMO E AGRESSÕES COM ARMAS BIOLÓGICAS CONTRA CUBA. No final da II Guerra Mundial, e após a explosão das bombas atômicas que levaram a rendição do Japão, um grupo de cientistas japoneses que trabalhavam em uma chamada ‘Unidade 731’, na Manchúria ocupada pelo Japão, que tinham omo função a produção de armas biológicas para extermínio em massa, são anistiados pelo governo dos Estados Unidos. Fazendo a seguir, com que este grupo de cientistas passe a trabalhar secretamente para o governo dos Estados Unidosm o qual acabou iniciado em 1946, um amplo programa de guerra biológica, montando uma gigantesca estrutura em Camp David, em Maryland.

Neste laboratório de Camp David serão produzidas uma grande variedade de armas biológicas, como o Bacillus anthracis ou antraz (bactéria do Carbúnculo), Vibrio cholerae (bactéria do Cólera), Yersinia pestis (bactéria da Peste), Clostridium botulinum (toxina Botulínica), Neisseria meningitidis (bactéria da Meningite) e diversas toxinas de fungos, como a Aflatoxina (Aspergillus) e o Tricotecanos. Muitas destas armas biológicas , que foram bastante usadas pelos Estados Unidos na Coréia, Laos e Vietnam, também seriam usadas em Cuba. Desta forma, os Estados Unidos seriam acusados pela Organizaçao Mundial pelos Direitos Humanos, de produção e utilização de armas químicas e biológicas em vários países no mundo, inclusive em Cuba. Mais eles conseguiram afabar, manipulando (mais uma vez!) a mídia!

Em 1972 os Estados Unidos INTENSIFICAM SUA GUERRA BIOLOGIA E DE DESTRUIÇAO EM MASSA contra CUBA, introduzem na ilha o vírus de Peste Suína, o que comprometeu toda a produção de carne de porco cubana, base da alimentação dos cubanos. Entre 1979 e 1981, introduzem destrutivas pragas agrícolas que afetaram milhares de camponeses e a agricultura, base da economia do pais. Introduzem também a Conjuntivitis Hemorrágica, a Dengue Hemorrágica e o Mofo Azul do tabaco (Bothrytis cynerea). Que afeta as plantações de tabaco (sutil, não?...quem não sabe que os charutos cubanos são os melhores já produzidos?)

Em 1979, o jornal Washington Post informa que a CIA tinha um programa contra a agricultura cubana e que desde 1962, especialistas do Pentágono (naquela base de Camp David, em Maryland), fabricaram e utilizaram agentes biológicos para estes fins. Em 1984, perante um jurado norte-americano, Eduardo Arosena, líder do grupo terrorista Omega 7, sustentado pelo governo dos Estados Unidos, reconheceu que participou de uma operação terrorista para introduzir germes em Cuba, como parte da guerra biológica dos Estados Unidos contra a Ilha.

A PÁGINA MAIS HORRÍVEL DESTA HISTÓRIA DE TERRORISMO CONTRA CUBA FOI A INTRODUÇÃO DA DENGUE HEMORRÁGICA. Entre 01 de junho e 10 de outubro de 1981, se notificaram 344.203 casos de dengue em Cuba, sendo que mais de 30 mil eram hemorrágicos. Na primeira semana deste ataque terrorista, com armas biológicas em larga escala morreriam 158 pessoas, entre elas 101 crianças. Os Estados Unidos, além de produzir o vírus e introduzi-lo na população cubana, negou-se a vender ou fornecer por qualquer meio para Cuba o produto químico para eliminar o agente transmissor, o mosquito Aedes aegypti.  Como já poderiamos imaginar, esta praga assim como tantas, acaba e de fato acabou  fugindo ao 'controle  dos ensandecidos 'cientistas'...  Anos mais tarde, com a inevitável mobilidade do mundo moderno, viajes a jato, exportações de todo tipo, etc. Esta dengue hemorrágica viria a se espalhar pelo Mundo todo!... e o Brasil seria uns dos mais afetados, juntamente com os paises da África (motivo?)  A facilidade do Aedes Aegypti de se adequar as climas cálidos. ENTÃO ESTA CLARO? A Dengue, e a maioria das pragas da nossa agricultura devemos exclusivamente a Guerra Biológica que sistematicamente vem praticando os EUA contra Cuba!!!!

Ainda insatisfeitos por não terem conseguido o colapso do sistema econômico e político de Cuba, é adotada em 1996 a LEI HELMS-BURTON, que conferiu status de lei a todas as proibições do bloqueio e tentou impedir o investimento estrangeiro em Cuba, ao mesmo tempo em que institucionalizou a subversão, financiada e dirigida pelo Governo dos Estados Unidos, como método para quebrar o espírito de independência do povo cubano.

O processo de expansão territorial dos Estados Unidos sempre foi apoiado militarmente e juridicamente pelo Governo, encontrando respaldo na sociedade norte-americana, que, mal informada e manipulada pela mídia acredita cegamente que o “progresso” deve ser imposto, se necessário, por meio da força, aos povos mais “atrasados”. As guerras na Coréia, Vietnam, Iugoslávia, Afeganistão, Somália e Iraque são alguns exemplos de tanta imposição, racismo, xenofobia, carnificina e todo tipo de crimes contra a humanidade, através da utilização de armas químicas, biológicas e radioativas, para realizar suas operações de ‘limpeza étnica’ e extermínio de populações civis.

Hoje em dia, mesmo com o final da Guerra Fria, e do “perigo comunista”, as ações criminosas sobre Cuba continuam. Os últimos 45 anos, não fizeram mais que aprofundar e ampliar o complexo sistema de leis e medidas que constituem o bloqueio estabelecido por este governo contra o povo de Cuba. 60% da população cubana nasceram e viveram sob o criminoso sistema de sanções imposto pelos Estados Unidos, que foi acompanhado também de agressões militares, guerra biológica, transmissões ilegais de rádio e televisão, atividades terroristas, planos de atentados contra seus principais dirigentes, estímulo à emigração ilegal e outros atos hostis promovidos, financiados, apoiados ou permitidos por várias administrações norte-americanas.

De acordo com o disposto no inciso (c) do artigo II da Convenção de Genebra, para a Prevenção e a Sanção do Delito de Genocídio, de 09 de dezembro de 1948, o bloqueio imposto a Cuba pelo governo dos Estados Unidos da América constitui um ato de genocídio e, portanto, um delito de Direito Internacional. A política genocida dos Estados Unidos contra Cuba já causou mais de 72 bilhões de dólares de prejuízos.

Apesar das ações terroristas dos Estados Unidos, Cuba continua sendo um exemplo para o Mundo de sociedade avançada. Nesta isolada Ilha do Caribe não há desemprego, e os salários variam minimamente de acordo com o grau de formação e qualificação profissional. Em Cuba não existe racismo e nenhum tipo de discriminação, e também não há proibição à liberdade de culto religioso. O Estado assegura à população o mínimo para a subsistência, educação, segurança, transporte, alimentação a custo baixíssimo e gratuidade nos atendimentos médico e na compra de medicamentos. A agricultura cubana é orgânica, ou seja, não utiliza agrotóxicos e outros componentes químicos, nem organismos geneticamente modificados, que contaminam o ambiente, os alimentos e comprometem a saúde da população. A medicina cubana é uma das mais avançadas do mundo, com pesquisas avançadas em farmacologia, e a relação médico/habitante em Cuba é a maior do mundo (um médico para cada 400 habitantes). Existem médicos e professores cubanos trabalhando em mais de 40 países do Terceiro Mundo, e outros milhares de cubanos em missões científicas, artísticas, comerciais e diplomáticas, pelo mundo afora, em projetos geralmente bancados pelo governo cubano. As escolas cubanas são modernas, das instalações ao sistema educacional, que é gratuito e modelo para todo o Mundo. Transporte, educação, a saúde pública é completa e boa, existe segurança, direito à casa própria, ao lazer, e aos bens de consumo, são conquistas que o povo cubano já incorporou à cultura e ao patrimônio jurídico. Apesar das dificuldades, Cuba apresenta índices sociais superiores aos das nações mais ricas do mundo. Segundo a ONU, a esperança de vida em Cuba é de 76,5 anos, uma das maiores do Mundo, enquanto que mortalidade infantil é uma das mais baixas do Mundo (7 para cada 1.000 nascidos). Cuba também é a nação mais alfabetizada do continente americano, com 96,8% de adultos alfabetizados.
A história de Cuba é a história de uma resistência permanente, e resistirá a cobiça de expansão territorial dos Estados Unidos, ou melhor, às "entranhas do monstro”, como dizia José Marti.

- - - - - - - -
(*) Salvador Allende (Presidente do Chile), Amilcar Cabral (fundador do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Augusto César Sandino (revolucionário, líder na Nicaragüa contra a presença militar americana), Patrice Lumumba (foi o Primeiro Ministro da República do Congo), Lettelier (Orlando Lettelier, político da Unidade Popular do governo socialista de Salvador Allende no Chile), Carlos Pratts (ex-comandante do Exército chileno, morto na companhia da mulher, em atentado à bomba), Jacobo Arbenz (Presidente da Guatemala), Mohamed Mossadegh (Primero Ministro do Irã), Martin Luther King (pastor e ativista político, lutou pelos Direitos Humanos, por coincidência esta semana, dia 4 de Abril recordamos o aniversário da sua morte) , Torrijos (Omar Torrijos foi comandante da Guarda Nacional Panamenha), Samora Machel (líder de inspiração socialista que se tornou o primeiro presidente de Moçambique). 
-=Todos mortos em atentados orquestados pela CIA=-

terça-feira, 4 de janeiro de 2005

quarta-feira, 29 de dezembro de 2004

Acredite...Ele existe..!


(trechos do BBC news)

EXISTE Papai Noel?.... vamos pegar uma referencia do final do século 19 e certa historia (famosa) nos anais da Imprensa...Internacional

1897, uma menina linda, irlandesa, chamada Virginia O'Hanlon morava em Nova York na casa número 115 da rua 95. Naquele ano, Virginia sentou na escrivaninha e escreveu uma carta: "Tenho oito anos e alguns amigos dizem que Papai Noel não existe. Papa diz que tudo que é verdade sai publicado no jornal The Sun. Então, diga-me, por favor, a verdade. Papai Noel existe?"
A resposta "Sim, Virginia, Papai Noel existe", publicada em 21 de setembro de 1897, É um dos mais famosos senão o mais famoso editorial na imprensa americana. Foi escrito por Francis Church (conhecido pela família como Francis Ph) e dizia num parágrafo: "Ele existe tão certamente como existem o amor, a generosidade e a devoção que dão à sua vida o mais alto sentido de beleza e alegria. Aliás, que triste seria o mundo sem Papai Noel. Tão triste como se não existissem meninas como vocé Virgínia." Este Editorial foi reproduzido no país inteiro e publicado ano após ano no Jornal The Sun até sua a data da sua Última edição, em 1949.
Só depois da morte de Francis Church, em 1906, o jornal revelou que ele tinha sido o autor do editorial. E a menina? Virginia O'Hanlon estudou artes, fez mestrado na Columbia, acabou como diretora de escola. A casa onde ela morou e de onde escreveu a carta ainda esté de pé embora anda meio decadente. Virginia morreu aos 81 anos, no dia 13 de maio; e vejam que coincidéncia!: no mesmo dia da aparição da Virgem para as trés crianças em Fátima. (portugal) Na Gruta da Iria.
Até Einstein, dizia que: só há duas maneiras de viver a vida: ou acreditando que nada é milagre, ou que tudo é um milagre. Acho que nessa época ele ainda não tinha inventado a Teoria da Relatividade, que por sinal está fazendo os cem anos neste ano de 2005....

A continuação deste texto, a Íntegra da Versão Original....

...nas fotos: o Autor (do famoso Editorial) e Virginia

"Frank's Answer:
"Yes, Virginia, there is a Santa Claus"
The managing editor of The Sun, spoke of Francis Ph. Church's writing as "infused with well-bred humor, sometimes gentle, sometimes sly, occasionally even mordant, but with a bite that never deposited venom. It was employed on a wide range of subjects." He said that sometimes "this unmistakable individuality occupying a column or so with a discussion of other newspapers ... displayed, an insight into journalistic character."
It was Mitchell who had assigned Church to reply to a request from a young reader - Laura Virginia O'Hanlon. In Mitchell's 1924 words: "One day in 1897 I handed to him (Frank) a letter that had come in the mail from a child of eight, saying: 'Please tell me the truth: is there a Santa Claus?' Her little friends had told her no. Church bristled and pooh-poohed at the subject when I suggested that he write a reply to Virginia O'Hanlon; but he took the letter and turned with an air of resignation to his desk. In a short time he had produced the article which has probably been reprinted during the past quarter of a century, as the classic expression of Christmas sentiment, more millions of times than any other newspaper article ever written by any newspaper-writer in any language."

READ BELOW THE COMPLETE ORIGINAL READ:
From the editorial page of the New York Sun, 1897.

We take pleasure in answering thus prominently the communication below, expressing at the same time our great gratification that its faithful author is numbered among the friends of The Sun:

I am 8 years old. Some of my little friends say there is no Santa Claus. Papa says, "If you see it in The Sun, it's so." Please tell me the truth, is there a Santa Claus?
Virginia O'Hanlon

"Virginia, your little friends are wrong. They have been affected by the skepticism of a sceptical age. They do not believe except what they see. They think that nothing can be which is not comprehensible by their little minds. All minds, Virginia, whether they be men's or children's, are little. In this great universe of ours, man is a mere insect, an ant, in his intellect as compared with the boundless world about him, as measured by the intelligence capable of grasping the whole of truth and knowledge.

Yes, Virginia, there is a Santa Claus.

He exists as certainly as love and generosity and devotion exist, and you know that they abound and give to your life its highest beauty and joy. Alas! how dreary would be the world if there were no Santa Claus! It would be as dreary as if there were no Virginias. There would be no childlike faith then, no poetry, no romance to make tolerable this existence. We should have no enjoyment, except in sense and sight. The external light with which childhood fills the world would be extinguished.

Not believe in Santa Claus! You might as well not believe in fairies. You might get your papa to hire men to watch in all the chimneys on Christmas eve to catch Santa Claus, but even if you did not see Santa Claus coming down, what would that prove? Nobody sees Santa Claus, but that is no sign that there is no Santa Claus. The most real things in the world are those that neither children nor men can see. Did you ever see fairies dancing on the lawn? Of course not, but that's no proof that they are not there. Nobody can conceive or imagine all the wonders there are unseen and unseeable in the world.

You tear apart the baby's rattle and see what makes the noise inside, but there is a veil covering the unseen world which not the strongest man, nor even the united strength of all the strongest men that ever lived could tear apart. Only faith, poetry, love, romance, can push aside that curtain and view and picture the supernal beauty and glory beyond. Is it all real? Ah, Virginia, in all this world there is nothing else real and abiding.

No Santa Claus? Thank God he lives and lives forever. A thousand years from now, Virginia, nay 10 times 10,000 years from now, he will continue to make glad the heart of childhood."

terça-feira, 28 de dezembro de 2004

Wicked Game

Rating:★★★★★
Category:Music
Genre: Alternative Rock
Artist:Chris Issak
Lyrics (translation below each one)

The world was on fire and no one could save me but you.
O mundo estava em chamas e ninguém poderia me salvar a não ser você
It's strange what desire will make foolish people do.
É estranho o que o desejo pode fazer com pessoas tolas
I never dreamed that I'd meet somebody like you.
Eu nunca sonhei que encontraria alguém como você
I never dreamed that I'd love somebody like you.
Eu nunca sonhei que amaria alguém como você

I don't want to fall in lost. (This world is only gonna break your heart)
Eu não quero me apaixonar (Esse mundo só vai quebrar seu coração)
I don't want to fall in love. (This girl is only gonna break your heart)
Eu não quero me apaixonar (Essa garota só vai partir seu coração)
With you! With you!
Com você! Com você!

What a wicked game to play, to make me feel this way.
Que Jogo cruel para jogar, para fazer me sentir desse jeito.
What a wicked thing to do, to let me dream of you.
Que coisa cruel para fazer, para me deixar sonhar com você.
What a wicked thing to say, I never felt this way.
Que coisa cruel para dizer, eu nunca me senti assim.
What a wicked thing to do, to make me dream of you and,
Que coisa cruel para fazer, para me fazer sonhar com você,

I don't want to fall in lost. (This world is only gonna break your heart)
Eu não quero me apaixonar (Esse mundo só vai partir seu coração)
I don't want to fall in love. (This girl is only gonna break your heart)
Eu não quero me apaixonar (Essa garota só vai partir seu coração)
With you!
Com você!


Islá: a segunda maior religião do planeta


(trechos do BBC news)

Com cerca de 1,2 bilhão de seguidores, o islamismo, fundado pelo profeta Maomé faz 1400 anos no que hoje é a Arábia Saudita, é a segunda maior religião do mundo em número de fiéis. Os países com as maiores populações islámicas nao estão no Oriente Médio, onde a religião surgiu, mas em outras partes da Ásia:
Com 170 milhões de musulmanos, a Indonésia é o maior país islámico do mundo, seguido do Paquistão (136 milhões), e de Bangladesh (105 milhões) e ainda da Índia (103 milhões).

O que são Xiitas e Sunitas?
Há dois grupos de islámicos: os sunitas que formam 90% de todos os fiéis, atualmente espalhados por toda Ásia (inclusive a parte asiática da antiga Rússia), e os xiitas, que são maioria nos países Árabes mesmo, tais como o Irá e o Iraque.
Para pensar: esta é a religião que, atualmente mais cresce no Mundo, e estima-se que para 2025 os islámicos serão maioria no Mundo... em maior número ainda que todas as religiões cristás juntas ( católicos + protestantes).... o qual não deixa de ser meio preocupante porque historicamente Ocidente e Oriente nunca puderam conviver pacificamente...

Os islámicos acreditam que tudo na vida deve ser submetido a Deus. Por isso, musulmanos tém dificuldade de entender a separação que nós ocidentais fazemos entre a vida religiosa e a vida secular (vida particular). Onde, depois de sair da Igreja, parecemos "esquecer totalmente" todo o foi dito no Sermão e todas as atitudes que mostrava-mos quando dentro da Igreja, enquanto participamos do culto... Para os muçulmanos, isso é uma atitude completamente errada, pois não somente os indivíduos, mas todas instituições de uma sociedade também devem servir a Alá.

Islamismo é mais do que um mero conjunto de convicções religiosas. A fé islámica proporciona um sistema social e legal e estabelece diretrizes para administrar a vida em família. O islamismo oferece ainda códigos de vestimenta, higiene e ética, lei e ordem, assim como rituais religiosos da devoção a Deus.

Os pilares da fé islámica são cinco:
1- A declaração da fé (chamada de shahada): "Confesso que não há outro Deus a não ser Alá¡ e que Maomé é o profeta de Alá". Essa frase tem a força de uma prece e que ser dita pelo muçulmano todos os dias ao levantar e ao dormir.
2- O ritual de oração realizado cinco vezes por dia por todos os islámicos (que tenham idade acima de 10 anos). A oração é feita em direção á cidade de Meca, na Arábia Saudita.
3- Observar o jejum durante o més sagrado do Ramadã (tempo especial para recolhimento espiritual, oração intensa e auto-exame), que ocorre no nono més do calendário islámico. (e que normalmente, coincide com o més de Setembro/Outubro ocidental)
4- Dar esmolas aos pobres, o equivalente a 2,5% das economias de um ano.
5- Pelo menos uma vez na vida , fazer o hajj, a peregrinação á cidade de Meca (durante o hajj, o islámico se dedica inteiramente a Alá.

Cada peregrinação destas, costuma reunir dois milhões de muçulmanos de todo o mundo em Meca. O alvo da peregrinação é a Caaba: uma construção em forma de cubo na qual se reverencia um meteorito negro que fica no centro da Caaba (ou grande mesquita de Meca). Na peregrinação, os islámicos dão sete voltas ao redor da Caaba, que acreditam tenha sido construída por Abraão (ou Ibrahim, em árabe) e que com o decorrer do tempo se tornou um lugar pagão repleto de ídolos. Maomé retirou as imagens do local após a conquista de Meca em 630, e hoje o local é o mais sagrado do mundo islámico. Os lugares considerados mais sagrados pelos muçulmanos são: as cidades de Meca, Medina e Jerusalém, todas localizadas no Oriente Médio

Para participar do hajj (a peregrinação), a pessoa tem que ser islámica, entender o significado espiritual da jornada, estar fisicamente capaz, pagar sua própria viagem e sustentar a família enquanto estiver na sua peregrinação em Meca. Quando o Ramadá termina, os muçulmanos celebram o Eid Al Fitr, há¡ troca de presentes, orações, refeições especiais, e os fiéis vestem roupas novas.

Durante o Ramadá, os fiéis se abstém dos prazeres do corpo desde o amanhecer até o anoitecer. Não se podem fazer refeições, fumar, mascar chicletes e manter relações sexuais. Os fiéis também devem se abster de maus pensamentos, fazer o bem e exercer o auto-controle.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2004

A Pumpkin Roll in Ukraine

(extracted from The Christian Science Monitor)
According to a Ukrainian custom, a woman rejects an unwanted suitor by handing him a pumpkin. So it was that pro-democracy supporters said "no" to corruption and autocratic rule by dumping pumpkins on a street in Kiev Sunday - and voting for the reform-minded Viktor Yushchenko for president.
These pumpkin-rolling Ukrainians, along with 52 percent of their fellow citizens, succeeded in overturning a rigged election Nov. 21. In backing Mr. Yushchenko in a vote that this time was far fairer, they have proven to the world that they want to join the march of newly free nations.
And it is a forward march, despite backsliding, most notably in Russia. Over the past 15 years, the number of electoral democracies has risen from 69 out of 167 states (41 percent) to 119 out of 192 states (62 percent) - more elections, more democracies, more rights.
This is according to Freedom House, a nongovernmental organization which keeps an annual tally of the globe's "free" nations. The group, which announced its count last week, found that freedom progressed the world over in the past 12 months, with 26 countries (such as Ukraine and Georgia) showing gains, and 11 nations (such as Belarus and Armenia) registering setbacks.
Freedom has moved ahead in some surprising regions, like the Middle East and North Africa. There, where Saudi Arabia ranks among the worst in civil liberties and political rights, some modest gains have been made. Egypt, Jordan, Morocco, and Qatar showed improvement in such areas as women and family rights, as well as press and academic freedoms.
In the last century, world wars and the cold war led to the defeat of despots responsible for killing or oppressing millions of their own people, and those in conquered lands.
At the dawn of this new century, global terrorism represents a different kind of challenge. But the answer is still the same: more freedom, more democracy, more rights.
Exactly how these freedoms come to be is still the challenge for today's political leaders. President Bush has tried to impose freedom militarily, first in Afghanistan, with pretty good success, and then in Iraq, where the jury is still out.
Ukraine illustrates what can happen when the surge for freedom bubbles up from within. While the US and other countries helped the democratization process by providing funds, training, and people for election monitors, pollsters, judges, and others, the Ukrainians themselves led their own "orange revolution."
From the rise of democracy in Asia and Latin America in the 1980s, to Eastern Europe from the late '80s on, countless examples show how important it is to have "the people" themselves want and push for freedom.
Next month, Iraq will have its first elections, and embark on the road to greater determination of its own destiny. For democracy to survive against suicide bombers, Iraqis will have to want it as badly as the Ukrainians did.